quinta-feira, 7 de julho de 2011

Marina, a mais importante política do Acre sai do PV

Marina Silva e o senador Ricardo Young, na tarde desta quinta, em São Paulo (Foto: Eduardo Carvalho/G1)

A ex-senadora Marina Silva anunciou, nesta quinta-feira (7), a desfiliação do Partido Verde no evento "Encontro por uma nova política", realizado na Zona Oeste de São Paulo, e a criação de um movimento, ainda sem nome, para discutir política. O evento reuniu aliados da ex-ministra do Meio Ambiente.

Leia a íntegra do discurso:
“Chegou a hora de acreditar que vale a pena, juntos, criarmos um grande movimento para que o Brasil vá além e coloque em prática tudo aquilo que a sociedade aprendeu nas últimas décadas”. Assim começava o convite para a grande aliança que, em 2010, propusemos à sociedade brasileira. E continuava dizendo que chegou a hora dos que querem viver num país melhor, reinventar o seu futuro no século 21. Que podemos alcançar a democracia que queremos. Que a distância entre o que somos e o que podemos ser não é tão longa se nos dispusermos a começar a caminhada.

Estamos aqui hoje para reafirmar que esta continua sendo a nossa palavra, que vale o que está escrito. Está nesta palavra dada a principal razão pela qual eu mesma e tantos companheiros estamos nos afastando do Partido Verde. Para manter nossa coerência e seguir em frente, em união com aqueles que, embora não se desligando do partido por diversas razões, permanecerão críticos e em consonância com o mesmo pensamento.
A experiência no PV serviu para sentir até que ponto o sistema político brasileiro está empedernido e sem capacidade de abrir-se para sua própria renovação. Se antes dissemos “chegou a hora de acreditar”, afirmo hoje: chegou a hora de ser e fazer, de nos movimentarmos em conexão com as redes e pessoas que expressam a chegada do futuro e o constroem na prática, no dia-a-dia.
A proposta de desenvolvimento sustentável é inseparável de uma política sustentável. Não podemos falar das conquistas de nosso país separando–as da baixa credibilidade do sistema político, dos desvios éticos tornados corriqueiros, da perplexidade da população diante da transformação dos partidos em máquinas obcecadas pelo poder em si e cada vez mais distantes do mandato de serviço que estão obrigados a prestar à população. A ideia de desenvolvimento não pode estar desvinculada da existência de um sistema político democrático consolidado, tanto na sua face representativa quanto na sua imprescindível dimensão participativa direta.

O resultado mais grave da perversão do sistema político é o afastamento das pessoas da Política com P maiúsculo, pela qual cada um pode ser parte das decisões públicas por meio de suas opiniões, sua palavra, suas propostas, seu voto bem informado e consciente. Quando a representação gerada por esse voto não expressa integralmente o compromisso de se dedicar ao bem comum, a democracia sai trincada, e essa ameaça afeta a todos nós e nosso direito a viver melhor, com mais justiça, mais qualidade de vida, com horizontes mais prazeirosos. Então, é preciso reagir e chamar mais e mais pessoas para um grande debate nacional sobre o nosso futuro.

É essa a causa que nos move e nos faz reconhecer, em primeiro lugar, que o propósito de levá-la adiante por meio do PV, na forma como ele hoje se estrutura, não foi possível. E, em segundo lugar, que não podemos relativizá-la para compor com uma cultura política que combatemos e que se mostra impermeável ao novo e ao sentido profundo da democracia.
Manter a coerência e seguir em frente, é o sentido de nosso gesto, repito. Não se trata de uma saída pragmática, com olhos postos em calendários eleitorais. Ao contrário, é a negação do pragmatismo a qualquer preço.

É uma reafirmação de compromissos e princípios. É uma caminhada verdadeira e esperançosa em direção ao nosso foco principal: sensibilizar as brasileiras e os brasileiros que se dispõem a sair do papel de meros espectadores a que vêm sendo condenados pelo atual sistema político para ser uma força transformadora. Força capaz de fazer sua vontade junto a um sistema político superado na sua essência, mas ainda no comando das instituições, tornando-as reféns de privilégios, de interesses setoriais, de alianças e posturas atrasadas, incompatíveis com os desafios que temos para este século.

Hoje, as pessoas se mobilizam por causas muito diferenciadas, se manifestam pela internet, mas tem dificuldades de se integrar, de amalgamar suas diferentes preocupações num grande projeto de país, impulsionado pelo desejo de um salto civilizatório que só acontecerá se interrompermos a trajetória de degradação social e ambiental que é, infelizmente, uma das principais marcas de nossos tempos.
Junto-me a todos que se identificam com esse pensamento, para fazer chegar o momento da integração. De inventar outra cultura política para nosso futuro. Vamos discutir democracia, educação, desenvolvimento, sem as amarras das ambições de poder como um fim em si mesmo, que diminuem e pervertem os sonhos e as intenções.

Não se trata de negar as instituições de Estado e o sistema representativo. Sabemos de sua importância e de seu papel, mas não podemos fechar os olhos para seus desvios. Devemos exigir que saiam de suas velhas práticas e acordem para o presente. Para isso, a sociedade brasileira precisa recuperar a sua iniciativa no campo político, construir coletivamente sua vontade e fazê-la valer.
Nosso debate, hoje, não pode ser o das eleições de 2014. As eleições de 2010 tiveram o papel de fazer a luta socioambiental abrir suas janelas e portas para a sociedade. Fizeram com que milhões de pessoas escolhessem uma proposta diferente. Agora é hora de ir mais fundo. A hora da verdade. Para nós e para a sociedade. Vamos nos reencantar com o nosso potencial para mudar o que precisa ser mudado e preservar o que precisa ser preservado.
Na campanha de 2010 dissemos que deveríamos “ir além dos limites impostos pela falta de grandeza dos interesses e costumes de alguns políticos que se acomodaram à lógica do poder pelo poder, que se tornaram incapazes de assumir plenamente os desafios do presente”. Essa também continua sendo a nossa palavra. Não era vento, não era circunstância, era de fato nossa proposta de Política e de Vida e por ela continuaremos a nos guiar, não importam quais sejam as dificuldades, as maledicências, as armadilhas, as ofertas para deixar por menos.
Como alguém já disse, o ideal que move as pessoas para melhorar o mundo em que vivem, e onde no futuro outros irão viver, deve estar na popa e não na proa, a nos impulsionar para o futuro. Não é hora de ser pragmático, é hora de ser sonhático e de agir pelos nossos sonhos."

Jorge ouve produtores de açúcar e construção civil


O senador Jorge Viana, relator do Código Florestal na Comissão de Meio Ambiente do Senado, recebeu ontem, 6, representantes do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool de Pernambuco, Sindaçucar,  da União Nordestina dos Produtores de Cana-Unida e da Organização dos Plantadores de Açúcar do Centro-Oeste.

Eles trouxeram ao parlamentar do Acre suas preocupações sobre as conseqüên-cias do texto do novo Código Florestal aprovado pela Câmara dos Deputados na cultura da cana-de-açúcar, consolidada no Nordeste há quase 4 séculos.

Segundo os representantes dos produtores de açúcar, a redação dada ao Código pela Câmara pode gerar insegurança jurídica no setor, pois dá margem a interpretações diferentes em relação a Áreas de Proteção Ambiental. O senador Jorge Viana sugeriu que as entidades presentes encaminhassem um documento detalhando os itens do Código Florestal que consideram preocupantes.
Dentro do princípio de ouvir todos os afetados pelo Código Florestal e de realizar um debate objetivo e focado no texto já aprovado pela Câmara dos Deputados,  o senador Jorge Viana também conversou ontem com o presidente da Câmara Brasileira da Construção Civil, Paulo Safady. Na terça-feira, 5, recebeu Manuel Cunha, presidente do Conselho Nacional dos Seringueiros.


quarta-feira, 6 de julho de 2011

A loira advogada

Depois de levar 12 anos para concluir o curso de Direito, a loira abre o seu escritório de advocacia e já no primeiro dia de serviço, alguém bate na porta. Para marcar aquela presença, ela pega o telefone e pede para a pessoa entrar e esperar. Fica uns 20 minutos fingindo uma conversa:
- Sim, claro! Eu não perco uma causa dessa! Esta está muito fácil…. Com certeza, no próximo julgamento o Juiz nos dará sentença favorável e ganharemos!!! (e assim ficou falando com ares de superioridade…)
Quando desligou, após aquela longa conversa, muito educamente perguntou:
- Bom dia, cavalheiro, em que posso ajudá-lo?
O homem respondeu:
- Bom dia Doutora, sou da companhia telefônica, e vim instalar a sua linha…

Diversão na periferia

Menino soltando pepêta, uma das muitas formas de diversões na Baixada da Sobral.

Servidores da Saúde acampam em frente a Aleac e bloqueiam Avenida

Trânsito de veículos esteve interrompido por aproximadamente 30 minutos
Conforme o anunciado, servidores da saúde realizaram na manhã desta terça-feira (5) o primeiro dia de paralisação da categoria em frente a Assembléia Legislativa do Acre (Aleac). O movimento grevista prevê a adesão de aproximadamente 6 mil servidores do setor.


Após inúmeros discursos de repúdio a proposta apresentada pelo governo do estado, os manifestantes decidiram bloquear o trafego de veículos na Avenida Getúlio Vargas, nas imediações do Palácio Rio Branco.

O trânsito esteve interrompido por aproximadamente 30 minutos. Os manifestantes contaram com o apoio dos representantes das associações dos bombeiros e dos policiais militares. 


Nada contra a greve, mas seu lideres deveriam pensar antes de atrapalhar o já caótico transito da cidade. Outra coisa, se quizessem fazer pressão pra valer deveriam ir pra frente do escritório do governo, e não na Assembléia que não resolve nada, a não ser a mando do governador.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Google lança o Plus: Uma rede social para enfrentar o Facebook


E lá vai ele tentar de novo. Depois do Orkut (que murchou), do Wave (que morreu) e do Buzz (que foi abandonado), o Google está lançando seu novo projeto de rede social: oGoogle Plus, ou simplesmente Google+. O serviço ainda não está aberto ao público em geral -o máximo que você pode fazer é entrar numa lista de espera-, mas pelo vídeo de demonstração já dá para ver do que se trata. É uma rede social com amigos, fotos e grupos (chamados de Círculos). A interface gráfica parece bacana, mais bonita e animada que a do Facebook. Além disso, ela é integrada aos serviços do Google. Em todos eles, uma barra na parte de cima da tela permitirá interagir com os seus amigos. É um conceito poderoso. Mas será o suficiente para fazer o Google+ dar certo? A história mostra que as redes sociais dão certo quando suas antecessoras falham (o MySpace cresceu apoiado na queda do Friendster, e o Facebook só virou o que é hoje porque o Orkut se degradou). Essa lógica indica que, a menos que o Facebook cometa algum erro importante, não corre risco de perder a liderança. Será?

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Nove anos de Gazeta Alerta


Parece que foi ontem que tudo começou, mas, o tempo não perdoa e corre célere. O projeto idealizado pelo diretor geral da TV Gazeta, Raimundo Martins, com o aval do empresário Roberto Moura deu certo.

No início aves agourentas afirmavam que o programa não ficaria três meses no ar, que era muito difícil e que o povo não iria prestigiar um programa com o perfil do Gazeta Alerta. Queimaram a língua!

Além de ser campeão de audiência o Gazeta Alerta é um dos campeões em faturamento.
Fico feliz. Feliz por ser o apresentador desde o primeiro programa. Titubeávamos, errávamos, enfim, nada foi fácil. Vencemos as dificuldades e o resultado de todos esse trabalho reflete exatamente a audiência de 88% que temos no horário.

Vários repórteres fizeram parte da equipe e hoje atuam em outras emissoras ou em outras áreas. Sem eles todo o esforço seria impossível e o mesmo pode-se dizer dos editores que por aqui passaram e deram sua valorosa contribuição.

É um trabalho de equipe que exige, envolvimento, aptidão ou num português bem claro, tesão para fazer e fazer bem feito.

Motoristas, auxiliares, iluminadores, repórteres, editores de texto, editores de imagens, produção, estagiários,operador de TP, técnicos, corpo administrativo, pessoal da alimentação, enfim todos fazem parte desse sucesso.

Agora, sem dúvida, o nosso sucesso maior é com a comunidade quando mostramos as mazelas do dia a dia, os dramas de cada um, os problemas de um povo e seus anseios. Assim é o Gazeta Alerta.

Confesso que uma das coisas que me dá satisfação é apresentar o programa, o ambiente reinante dentro do estúdio, a atenção, as conversas com a produção através de um ponto e ao final verificarmos que estamos cumprindo a nossa missão. A missão de informar.

São nove anos. Nove anos de busca pelo melhor, pela inovação, pela qualidade de áudio e imagem, pelas reportagens comoventes e também contundentes, pelas cobranças as autoridades.
Hoje o programa terá uma série de reportagens especiais e eu vou estar lá.

Parabéns para todos nós!


Como acordar sua namorada com carinho