Conheça Rio Branco




Rio Branco é um município brasileiro, capital do estado do Acre. Localizado no Vale do Acre, na região Norte do Brasil, é o mais populoso município do Estado, com 335.796 habitantes, segundo o censo 2010 ― quase metade da população estadual.
Rio Branco foi também um dos primeiros povoados a surgir nas margens do rio Acre. Em 1913, tornou-se município. Em 1920, capital do território do Acre e, em 1962, capital do estado. O município de Rio Branco é adotante da cultura da faixa prefeital.
É o centro administrativo, econômico e cultural da região.


A prefeitura de Rio Branco divide a cidade em 7 áreas urbanas, denominadas regionais.
Cada regional possui peculiaridades, já que foram definidas com base em fatores socioeconômicos, comprendendo bairros e conjuntos com características semelhantes. Elas são numeradas de I a VII, sendo que cinco delas se localizam no 1º distrito: II, III, IV, V, VI; e outras duas no 2º distrito: I, VII. As regionais são compostas por aproximadamente 110 bairros, são eles:


  • Abraão Alab
  • Adalberto Aragão
  • Aeroporto Velho
  • Areial
  • Aviário
  • Bahia Nova
  • Bahia Velha
  • Bairro da Glória
  • Bairro XV
  • Bairro da Base
  • Bairro da Paz
  • Bairro dos Mirandas
  • Bairro do Amapá
  • Baixada da cadeia velha Base
  • Belo Jardim I
  • Belo Jardim II
  • Boa União
  • Bom Jesus
  • Bosque
  • Cadeia Nova
  • Cadeia Velha
  • Caladim
  • Calafate
  • Capoeira
  • Centro
  • Cerâmica
  • Chico Mendes
  • Cidade Nova
  • Comara
  • Conjunto Adalberto Sena
  • Conjunto Bela Vista
  • Conjunto Castelo Branco
  • Conjunto Esperança I e II
  • Conjunto Guiomard Santos
  • Conjunto Laélia Alcântara
  • Conjunto Mariana
  • Conjunto Mascarenha de Morais
  • Conjunto Rui Lino
  • Conjunto Tancredo Neves
  • Conjunto Tangará
  • Conjunto Tucumã I
  • Conjunto Tucumã II
  • Conjunto Universitário I
  • Conjunto Universitário II
  • Conjunto Universitário III
  • Conjunto Waldemar Maciel
  • Conjunto Xavier Maia
  • Conquista
  • Custódio Freire
  • Defesa Civil
  • Distrito Industrial
  • Doca Furtado
  • Eldorado
  • Estação Experimental
  • Flor de Maio
  • Floresta
  • Floresta Sul
  • Geraldo Fleming
  • Habitasa
  • Ipase
  • Ipê
  • Irineu Serra
  • Isaura Parente
  • Jardim Brasil
  • Jardim Europa
  • Jardim de Alah
  • Jardim Primavera
  • João Eduardo I
  • João Eduardo II
  • Jorge Lavocat
  • José Augusto
  • Loteamento Helena
  • Loteamento Joafra
  • Loteamento Novo Horizonte
  • Manoel Julião
  • Mauri Sérgio
  • Mauro Bittar
  • Mocinha Magalhães
  • Montanhês
  • Morada do Sol
  • Nova Estação
  • Novo Calafate
  • Palheiral
  • Papouco
  • Parque dos Sabiás
  • Paulo Coelho Oliveira
  • Pista
  • Placas
  • Plácido de Castro
  • Portal da Amazônia
  • Praia do Amapá
  • Primavera
  • Raimundo Melo
  • Recanto dos Buritis
  • Residencial Iolanda
  • Residencial Ouricuri
  • Santa Inês
  • Santa Quitéria
  • São Francisco
  • Seis de Agosto
  • Sobral
  • Taquari
  • Triângulo
  • Tropical
  • Vila Acre
  • Vila da Amizade
  • Vila Ivonete
  • Vila Nova
  • Village
  • Vitória
  • Volta Seca
  • Wanderley Dantas

A mais populosa cidade do Acre  foi fundada em 28 de dezembro de 1882 pelo cearense Neutel de Maia. A princípio o lugar recebeu o nome de Seringal Empresa e, em 1904, elevou-se à categoria de vila, ao tornar-se sede do departamento do Alto Acre.

Em 1909, seu nome foi mudado para Penapólis, em homenagem ao então presidente Afonso Pena, para em 1912 receber definitivamente a denominação de Rio Branco, numa forma de homenagear o chanceler brasileiro Barão do Rio Branco.
Tornou-se município no ano de 1913 e em 1920, capital do território do Acre. Em 1962, é elevada à posição de capital do estado.

Cortada pelo rio Acre, que divide a cidade em duas partes – 1o e 2o distritos – Rio Branco é hoje o centro administrativo, econômico e cultural da região.

Às margens do rio Acre

Rio Branco foi uma das primeiras cidades a surgir às margens do rio Acre – margem direita especificamente. Conta a lenda que, em fins de 1882, uma frondosa árvore, a Gameleira, chamou de tal forma a atenção de exploradores que navegavam pelo rio, que eles resolveram abrir novos seringais por ali.

Aquela mesma Gameleira, que viria a ser testemunha da luta entre revolucionários acreanos e tropas bolivianas, presenciou também o fim da disputa, que tornou o Acre parte do Brasil, no início do século XX.

Com a ação diplomática do chanceler brasileiro, Barão do Rio Branco, resultando na assinatura do Tratado de Petrópolis, a recém chamada “Villa Rio Branco” firmou-se como o principal centro urbano de todo o vale: o mais rico e produtivo do território do Acre.

As duas margens

A rua surgida a partir da Gameleira, na margem direita do rio Acre, era o centro da vida comercial e urbana, onde se encontravam bares, cafés, cassinos e os principais representantes do comércio em geral, como também as famílias da elite, formada por profissionais liberais e funcionários públicos.

Com o tempo, a administração política do território foi sendo transferida para a margem esquerda do rio, mais alta e sem inundação. Mesmo assim, a direita permanecia como pólo comercial da cidade.

Foi a partir da década de 50 que a margem direita passou a viver um processo de decadência econômica, passando a ser chamada de 2o distrito, enquanto a margem esquerda (1o distrito) atraiu cada vez mais para si as casas comerciais, as principais repartições públicas e as famílias mais importantes do lugar.



PONTOS TURÍSTICOS DE RIO BRANCO

Estádio Arena da Floresta
Construído pelo Governo do Estado, o estádio Arena da Floresta é um dos mais modernos do País
Biblioteca Pública de Rio Branco
Localizada no Centro de Rio Branco, a Biblioteca Pública do Estado une modernidade e sofisticação em favor do conhecimento
Casa dos Povos da Floresta
Casa dos Povos da Floresta divulga o conhecimento tradicional e a diversidade étnica do Acre
Vista noturna da Praça da Bandeira
Vista noturna da Praça da Bandeira, onde se localiza o Novo Mercado Velho de Rio Branco
A visão aérea do rio Acre
A visão aérea do rio Acre mostra a imponência de suas pontes e passarela
Estátua de Chico Mendes
Estátua de Chico Mendes na praça Povos da Floresta


Marco da fundação de Rio Branco
Marco da fundação de Rio Branco, a Gameleira é hoje um circuito de cultura e diversão
Memorial dos Autonomistas
O Memorial dos Autonomistas conta a história do movimento pela transformação do Acre território em Estado
Estátua de bronze do homem acreano no pátio do Novo Mercado Velho
A estátua de bronze do homem acreano no pátio do Novo Mercado Velho é um referência para os visitantes
Visão noturna do Palácio Rio Branco
Visão noturna do Palácio Rio Branco, marco da fase de modernização da capital acreana
Parque da Maternidade
O Parque da Maternidade é o símbolo da qualidade de vida em Rio Branco
Vista noturna da Passarela Joaquim Macedo
Vista noturna da Passarela Joaquim Macedo, inaugurada em 2006
Passarela Joaquim Macedo
Passarela Joaquim Macedo: beleza e praticidade sobre o rio Acre




Praça Eurico Dutra

É arborizada com espécies nativas. Possui áreas ajardinadas, com canteiros ripados de madeira e vários bancos de cimento. Forma um conjunto harmonioso e agradável que oferece a todos um lugar para lazer.
Em sua volta estão instaladas diversas agências bancárias, casas comerciais, as sedes dos poderes Legislativo e Executivo (Palácio Rio Branco), assim como o Obelisco em homenagem aos heróis da Revolução Acreana, erguido em 1937. Essa praça serve de palco para manifestações políticas e culturais.

Palácio Rio Branco

É o mais belo Palácio do Estado. Construído em 1930 no governo do Dr. Hugo Carneiro. Inspirado na arquitetura grega, tendo sua fachada ornamentada por quatro colunas jônicas. Nele está instalada a sede do Governo Estadual. Rua Benjamin Constant, em frente a Praça Eurico Gaspar Dutra - Centro.

Museu da Borracha

O Museu da Borracha foi instituído pelo Decreto Estadual n.º 30, de 03 de abril de 1978 e inaugurado em 05/11/78. É um espaço cultural, dinâmico, destinado a coletar, pesquisar, conservar, expor e divulgar os testemunhos da cultura material e espiritual do Acre para fins de estudo, educação e lazer.
O acervo do museu reúne peças de Arqueologia, Paleontologia, História, coleção de manuscritos e documentos referentes História do Acre. Atende aos visitantes, comunidades, estudantes e professores. Possui também um auditório que dispõe de 60 lugares

Teatro Plácido de Castro

Construído em estilo moderno em 1990 com capacidade para 507 lugares e 120 vagas para estacionamento. Freqüentemente são realizados shows com artistas e de outros Estados.

Horto Florestal

Com uma área de 17 hectares, o Horto Florestal é um local agradável onde os visitantes podem desfrutar da calma e tranqüilidade de um ambiente bucólico. Possui algumas espécies da flora amazônica, um lago com 50 m de extensão, quadra de esportes, chuveiros coletivos, playground, pista de cooper, parque infantil, quadra de vôlei, campo de futebol society, restaurantes e instalações para piqueniques. É administrado pela Prefeitura de Rio Branco.

Lago do Amapá

Lago em forma de "U". Constituído a partir da mudança do curso natural do Rio Acre. No verão, há incidência de praia. No local, pratica-se a pesca.
Serve também para atividades de lazer náutico, contemplativo, reserva ecológica e camping. É administrado pelo Governo do Estado. É um atrativo de grandes potencialidades turísticas, mas ainda pouco explorado pelas comunidades locais e visitantes. Tendo maior incidência de visitas nos finais de semana e feriados.
Situado-se à margem esquerda, a sudeste do Rio Acre. Por via terrestre, chega-se ao local de automóvel pela rodovia AC-040 entrando na Estrada do Amapá a 8 km do centro da cidade ou por via fluvial, em barco de pequeno porte, subindo o Rio Acre.

Parque Ambiental Chico Mendes

A metade de seus 52 hectares é coberta por floresta primária, de exuberante vegetação e diversificada fauna. No restante da área, com estágios diferentes de regeneração da floresta, a Prefeitura instalou equipamentos adequados ao lazer e ao turismo.
Próximo à estrada e estacionamento estão o Memorial Chico Mendes, o campo de futebol, o mirante, as quadras de areia e o início da ciclovia. Nas trilhas existentes no interior da floresta encontram-se aspectos da vida e da cultura amazônica como por exemplo: colocação do seringueiro, maloca indígena, quadros de lendas regionais e recintos com animais silvestres. É visitado pela comunidade, principalmente nos finais de semana e feriados.
É visitado também, por turistas nacionais e estrangeiros.

Parque Capitão Ciríaco

O parque contém dezenas de seringueiras nativas e espécies da flora amazônica, protótipo de uma Casa de Seringueiro com o defumador do látex. Bastante visitado pela comunidade local para caminhadas com pistas de cooper, parque infantil e quadra de vôlei. É administrado pela Prefeitura de Rio Branco

Parque Zôobotânico

Ao longo de sua existência, vem desenvolvendo inúmeras atividades relacionadas ao estudo, manejo, preservação e reposição de fauna e flora regionais. O parque contém várias espécies vegetais da floresta tropical, havendo inclusive, um trecho de floresta virgem.
Pode ser utilizado para caminhadas, pesquisas científicas, passeios pelas estradas de seringa onde se vê os utensílios utilizados pelos seringueiros para extração do látex, observar o processo de defumação e formação da péla de borracha defumada.
Com potencial turístico para passeios pelas estradas de seringa existentes no local, além de poder conhecer a variedade de espécies da flora tropical. Sendo pouco visitado pela comunidade local

Praia do Amapá

Constituída de areias claras, com extensão de 500 metros, rodeada de árvores frondosas, torna o local bastante agradável. No "Verão Amazônico" esta praia é bastante freqüentada por banhistas locais e visitantes. Nos meses de julho e agosto são promovidos eventos semanais de festivais de música e dança.
Localiza-se à margem esquerda subindo o Rio Acre a 10 km do centro da cidade. Por via terrestre, pela Estrada Ac-040, pavimentada, até o posto fiscal, onde segue por um ramal até o local, com um pequeno trecho de estrada não pavimentada. Por via fluvial, subindo o Rio Acre, a aproximadamente 01 hora do centro da cidade.

Praia do Riozinho do Rola

O Riozinho do Rola é um afluente do Rio Acre, bastante piscoso que adentra as florestas, tornando o ambiente bastante agradável para passeios ecológicos. No verão, aparecem belas praias de areias claras e águas escuras, isentas de qualquer poluição. Na entrada do rio, existem casas que funcionam como restaurantes, oferecendo comidas típicas da região.
Reserva Extrativista Figueira

Legalizada pela portaria P/N. 283, de 29/01/87, do INCRA, como Projeto de Assentamento. Parte do projeto se transformou em Projeto de Assentamento tradicional. Tem capacidade para assentar 380 famílias, sendo 109 em atividade de seringueiro. Sua área totaliza 25.973,20 hectares.

Rio Acre

Rio Acre, tem sua nascente no Peru banhando os municípios de Brasiléia, Xapuri e Rio Branco, desembocando no Rio Purus (Amazonas). Banha a cidade de Rio Branco dividindo-a em dois distritos. Rio de águas barrentas e piscosas.
No verão (julho-setembro) é propício a banhos e esportes náuticos, é navegável até às fronteiras do Brasil com Peru e Bolívia e com o Estado do Amazonas. No período do verão formam-se diversas praias ao longo do seu curso, entre as quais destacam-se: Praia do Amapá, Praia do Riozinho do Rola entre outros.
Pela sua posição estratégica, é um rio muito útil para as comunidades locais, contudo, pouco explorado pelos visitantes locais e de fora, em virtude da falta de infra-estrutura.

Seringal Nativo

Próprio para caminhadas pela floresta e visitações ao barracão (antiga residência do seringalista), casa do seringueiro, estrada de seringa. A penetração na floresta é efetuada através de caminhos estreitos, ladeados por frondosas árvores de diferentes espécies e cerrada vegetação de menor porte.
O visitante se deslumbra com a natureza que o envolve, ouvindo o canto dos pássaros, respirando o odor da mata e pisando em agradável tapete de folhas, ao mesmo tempo que conhece a seringueira, a castanheira, a jarina, a samaúma, o mogno e outras inúmeras espécies.
Por último, conhece a colocação do seringueiro, habitação construída em paxiúba e coberta de palha, situada em pequena clareira, cercada pela floresta.

Cacimbão da Capoeira

Fundado em 1927, por Hugo Carneiro e tombado pelo patrimônio histórico em 09/06/84. A sua utilidade era para abastecer com água as famílias residentes próximo ao Cacimbão. O cacimbão ficava além da zona urbana e fornecia água potável às residências através dos aguadeiros que transportavam nos ombros ou no lombo de burros.

Casa do Seringueiro

Criada pela Fundação Cultural do Acre, o acervo reúne fotos, quadros, maquete de uma colocação dos seringueiros, réplica de um defumador de látex e da casa do seringueiro, além de quadros retratando Chico Mendes. É bastante visitada por estudantes, pesquisadores, professores, turistas da região e de fora do Estado.

Cine Teatro Recreio

Construído em alvenaria e madeira de lei, em estilo próprio da época, no período áureo da borracha, foi local de grandes apresentações artísticas e culturais. Após longo tempo de uso, esteve 10 anos fechado ao público. Somente em 1986 foram iniciadas as obras de reforma física do prédio, como também, os trabalhos técnicos de aparelhamento funcional do teatro.
Considerado patrimônio histórico do Acre, teve mantida as suas características arquitetônicas da época. Foi reinaugurado em 1987, voltando a oferecer aos amantes das artes cênicas, mais uma opção de entretenimento, com espetáculos teatrais, cinematográficos, exposições e atos culturais em geral.

Catedral Nossa Senhora de Nazaré

Construção em estilo romano - basilical. Teve sua construção iniciada em 1948, com o projeto de autores italianos e construída sob orientação do mestre de obras João Luiz da Silva, inaugurada em 1959.
No seu interior, possui três naves separadas com 36 vitrais coloridos na parte superior e 11 na inferior, doados por famílias acreanas; um mausoléu protegido com grades de ferro, com lápide demarcativa em granito, guarda os restos mortais do Bispo Dom Giocondo Maria Grotti; a abóbada em arco, sustentada por 26 colunas é pintada em carmesim e branco.
Na nave principal, encontram-se quatro altares, sendo um com entalhe em madeira e em painel da Sagrada Eucaristia; a cátedra do Bispo; a cadeira do sacerdote, entalhada em madeira com representação do Juízo Final, formando uma belíssima obra de arte. No alto a imagem de Cristo Crucificado encimando a mesa de celebração. A parte exterior é formada por frontões, cruz e adro.

Gameleira

Árvore histórica. Em dezembro de 1882, à sombra de uma árvore acampou o corajoso desbravador Neutel Maia. Nesse local, numa curva do Rio Acre, o desbravador nordestino, fundou o Seringal Volta da Empresa, origem da cidade de Rio Branco, atual Capital do Acre.
Hoje, mais de um século depois, a gameleira é uma frondosa árvore com mais de 2,5m de diâmetro no tronco, com 20m de altura e, com o sol a pique, sua sombra tem por volta de 30m de diâmetro. Pelo fato de haver agasalhado os primeiros povoadores da cidade e ter apreciado duas batalhas da Revolução Acreana, que se travaram ao seu redor, a Gameleira é considerada árvore histórica e através do Decreto Municipal n.º 752 de 28 de dezembro de 1981 foi tombada, transformando-se num monumento histórico.

Igrejinha de Ferro

Único marco histórico - religioso da Revolução Acreana, é um monumento à fé e a religiosidade do povo acreano. Idealizada pelo proprietário do Seringal Bom Destino, Joaquim Victor, para cumprir promessa a Nossa Senhora, caso Plácido de Castro saísse vitorioso da Revolução Acreana, juntamente com seus seringueiros, construiu um monumento eterno, em homenagem à mãe de Jesus.
Construída no Seringal Bom Destino, logo após a Revolução Acreana, com chapas galvanizadas de ¼ de espessura, firmadas por parafusos engraxados, com duas paredes, sendo a externa escalonada, para evitar o calor da região, o assoalho, também de ferro, torre, altar e alguns bancos, tudo para não acabar mais. Todas as peças foram pré-fabricadas na Alemanha e montadas por dois engenheiros alemães.
Em 1980, foi doada pelo proprietário do Seringal Bom Destino ao 4º. Batalhão de Infantaria e Selva, onde se encontra instalada.

Lápide à Plácido de Castro

Construída por seus admiradores e amigos, em homenagem ao grande herói da Revolução Acreana, na qual teve participação decisiva na consolidação do território como terras brasileiras. Local onde tombou a 11 de agosto de 1908. Em volta da lápide demarcativa o Exército Brasileiro colocou uma corrente para proteção.
O acesso a esse local pode ser feito de carro, pela estrada do Amapá ou de barco de pequeno porte, subindo o Rio Acre. Pouco visitado pela população, devido a sua localização e por não existir manutenção e infra-estrutura.

Praça Rodrigues Alves

Também conhecida como praça Plácido de Castro. A praça é bastante arborizada com várias espécies nativas da região, enfeitando o centro da cidade com uma bela paisagem verde. Nessa praça foi erguida em 1964, a estátua de Plácido de Castro, em homenagem ao Herói da Revolução Acreana, em 1965, a Fonte Luminosa e em 1980, foi erguido um monumento à Bíblia.
Cortada por várias aléias, possui um coreto e diverso bancos de cimento. É um local aprazível, onde se realizam shows, exposições de plantas, apresentações de retretas, danças folclóricas e nos finais de semana a população desfruta seu lazer.

Praça dos Seringueiros

É um local bastante arborizado enfeitando a paisagem do centro da cidade, com bancos de cimento e um coreto, que aos domingos vários artistas da terra mostram seus trabalhos e a cultural regional. É também em frente a esta praça que se realiza de maio a outubro, a feira de artesanato e comidas típicas (a Feirinha).
É bastante visitada pela comunidade local como centro de lazer, principalmente durante a realização da "Feirinha de Artesanato". .

Praça dos Tocos

Também conhecida como praça da Catedral. Bastante. Arborizada, com várias espécies da região, embelezando o centro da cidade com uma bela paisagem verde. O nome "praça dos tocos" teve origem no fato de, quando construída, os bancos terem sido feitos de troncos de árvores. Mas tarde sofreu reformas e os bancos foram substituídos por bancos de cimento.
É um local aprazível, situada entre outros atrativos históricos como a Catedral de Nossa Senhora de Nazaré, a Assembléia Legislativa, o Fórum da Comarca de Rio Branco e o Tribunal de Justiça.

Quartel da Polícia Militar

Antiga sede da Guarda Territorial, é um dos prédios mais imponentes do "Acre antigo". Com a elevação do Território do Acre a categoria de Estado, tornou-se a sede do Quartel da Polícia Militar. Hoje funciona a parte burocrática e o alto comando da instituição. 

Sala Hélio Melo

A sala é dedicada ao pintor Hélio Melo. Nela estão expostos quadro do artista que leva seu nome, retratando nossa floresta em todos os aspectos. Seus quadros são pintados, a partir da extração do sumo das plantas da floresta.

Sociedade Recreativa Tentâmen

Em 1920, algumas famílias tentaram criar um clube recreativo para Rio Branco. Foram quatro anos de dificuldades e tentativas, quando em 11 de abril de 1924, um grupo liderado pelo Dr. Mário de Oliveira concretizou o projeto de criação da entidade que, por tantas tentativas para ser criado denominou-se "Tentâmen", a primeira instituição recreativa de Rio Branco.





Hino de Rio Branco

Neutel Maia o bravo fundador
Desta cidade de encanto, altaneira
Nossa Rio Branco tão linda e brasileira
Em seu Estado desfralda pela bandeira.

(estribilho)

De sua gente forte e viril
Feitos históricos engrandecem o Brasil
Contemplaremos o porvir abençoado
Assim seremos pelo Deus amados.
Este grande município brasileiro
Vinte e oito de dezembro a fundação
Mil novecentos e oitenta e dois o ano
Se comemora o centenário em ovação.
(BIS)

Letra: SANDOVAL TEIXEIRA DOS SANTOS
Música: JOÃO CÉSAR DE MORAIS