sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Vereadores de oposição deixam revolta de lado e dizem sim a reversão do Saerb



Na próxima terça-feira, 27, a Prefeitura de Rio Branco não vai enfrentar problemas em aprovar o projeto de reversão do Saerb. Os vereadores de oposição, que fizeram um manifesto, fazendo algumas exigências no texto da lei, chegaram a um acordo com o governo.

Numa reunião, nesta quarta-feira, o líder dos vereadores de oposição, Rodrigo Pinto, foi informado que dos cinco itens quatro serão atendidos. O Governo aceita colocar cláusulas que proíbam a terceirização e privatização da autarquia, e para fazer os serviços, só com a contratação de servidores através de concursos públicos.

Já o item que pedia o congelamento por dois anos dos valores cobrados atualmente, o Governo disse não. Esse era o único pedido que atingia diretamente a população. Os vereadores aceitaram e prometeram fiscalizar o que vai ser cobrado quando o governo estiver na gerência.

A quinta exigência também foi atendida. Os parlamentares queriam um plano de metas e investimentos. O Governo disse que em 90 dias entrega um relatório completo. O líder do Prefeito, Gabriel Forneck, disse que pode haver um reajuste no valor cobrado pelo água, atualmente o Saerb tem um tarifa muito abaixo do vale o serviço.

Eduardo Vieira mostra que autarquia não está falida

Criado há 14 anos, o Saerb nunca teve saúde financeira, nos tempos atuais, a arrecadação mensal chega em média a um R$ 1,9 milhão, mas o custo da autarquia é bem maior, chega a R$ 2,5 milhões.

A queda na arrecadação tem uma única explicação: a inadimplência que chega a 60%. Nesses 14 anos o Saerb deixou de receber R$ 30 milhões, sem dinheiro para investir na rede, nunca conseguiu vencer os problemas.

O Saerb tem apenas uma divida permanente: R$ 70 milhões para a Eletrobrás. Foi fechado um convênio, o débito será pago em 180 parcelas, foram quitadas 12, cada uma de R$ 145 mil por mês.

Pela explicação, do atual presidente Eduardo Vieira, O Saerb não está falido, assim que a população começar a receber água em casa a inadimplência diminui, e a autarquia consegue se auto-sustentar.

O grande problema da Saerb, segundo Vieira é a falta de investimentos da rede de esgoto. Apenas 30 % da cidade têm rede coletora. Com os recursos que serão enviados ao Estado pelo Governo Federal, no ano que vem, haverá uma investimento nessa área. Ao menos 70% da Capital terá rede de esgoto e com tratamento adequado. Quanto á água serão feitos investimentos para recuperar a estação de tratamento e a reforma na estação II.

agazeta.net

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